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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Símbolos Ciganos





 A Coruja: Simboliza "o ver a totalidade". É usada para ampliar a percepção com a sabedoria possibilitando ver a totalidade: o consciente e o inconsciente.






Âncora: Simboliza segurança. É usada para trazer segurança e equilíbrio no plano físico, financeiro, e para se livrar de perdas materiais.











Chave: Simboliza as soluções. É usada para atrair boas soluções de problemas. O símbolo da chave quando trabalhado no fogo costuma atrair sucesso e riquezas.










Estrela de 5 Pontas: Simboliza evolução. É usada para proteção, além de estar associada à intuição, sorte e êxito. A estrela representa o domínio dos cincos sentidos. Também conhecida como o Pentagrama.










Estrela de 6 Pontas: Simboliza proteção. É usada como talismã de proteção contra inimigos visíveis e invisíveis. Também conhecida como Estrela Cigana e Estrela de David. A Estrela Cigana é o símbolo dos grandes chefes ciganos. Possui seis pontas, formando dois triângulos iguais, que indicam a igualdade entre o que está a cima e o que está a baixo. Representa sucesso e evolução interior.






Ferradura: Simboliza energia e sorte. É usada para atrair energia positiva e boa sorte. A ferradura representa o esforço e o trabalho. Os ciganos têm a ferradura como um poderoso talismã, que atrai a boa sorte, a fortuna e afasta a má sorte





Lua: Simboliza a magia e os mistérios. Usada geralmente pelas ciganas, para atrair percepção, o poder feminino, a cura e o exorcismo atentando sempre as fases: nova, crescente, cheia e minguante. A lua cheia é o maior elo de ligação com o sagrado, sendo chamada de madrinha. As grandes festas sempre acontecem nas noites de lua cheia.







Moeda: Simboliza proteção e prosperidade. É usada contra energias negativas e para atrair dinheiro. A moeda é associada ao equilíbrio e à justiça e relacionada à riqueza material e espiritual, que é representada pela cara e coroa. Para os ciganos, cara é o ouro físico, e coroa, o espiritual.






Punhal: Simboliza a força,o poder, vitória e superação. É muito usado nos rituais de magia, tem o poder de transmutar energias. Os ciganos também usavam o punhal para abrir matas, sendo então, um dos grandes símbolo de superação e pioneirismo, além da roda. O punhal também é usado na cerimônia cigana de noivado e casamento, onde é feito um corte nos pulsos dos noivos, em seguida o pulsos são amarrados em um lenço vermelho, representando a união de duas vidas em uma só.







Roda: Simboliza a Samsara, representando o ir e vir, o circular, o passar por diversos estados, o ciclo da vida, morte e renascimento, e é usada para atrair a grande consciência, a evolução, o equilíbrio. A roda é o grande símbolo cigano, que é representado pela roda dos vurdón que gira.











Taça: Simboliza união e receptividade, pois qualquer líquido cabe nela e adquire sua forma. Tanto que, no casamento cigano, os noivos tomam vinho em uma única taça, que representa valor e comunhão eterna









Trevo: É o símbolo mais tradicional de boa sorte. Trevo de quatro folhas: traz felicidade e fortuna. Quando se encontra um trevo de quatro folhas na natureza, pode-se esperar sempre boas notícias.

COMO O REIKI PODE REDUZIR ATAQUES DE PÂNICO? DESCUBRA

Atuante como forma de amenizar os ataques de pânico, as técnicas de Reiki se aperfeiçoam a cada dia para auxiliar no controle desse recorrente problema na população mundial. De acordo com estudo realizado no Reino Unido, a ansiedade afeta 16% da população em algum momento; já na Austrália, entre jovens de 16 a 24 anos, um a cada seis sofre de ansiedade. Nos Estados Unidos, ataques de pânico afetam cerca de 6 milhões de pessoas, de acordo com a Associação de Ansiedade e Depressão da América. Fique sabendo mais sobre Reiki e ataques de pânico.
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Mas afinal, como o pânico pode impactar na sua qualidade de vida? De forma sucinta, os ataques ocorrem quando o indivíduo se encontra sobrecarregado por um sentimento repentino e incontrolável de medo ou pavor. Durante esses ataques, pode-se experimentar diversos sintomas físicos, são alguns deles:






  • Fraqueza;
  • Tontura;
  • Problemas respiratórios como falta de ar;
  • Tremores;
  • Calafrios;
  • Transpiração excessiva;
  • Taquicardia;
  • Algumas pessoas também podem se sentir nauseadas ou desenvolverem dores no estômago durante um ataque de pânico.
Para a maioria das pessoas, o pânico não ocorre de maneira isolada. Ele pode acontecer a qualquer momento, deixando o indivíduo em constante estado de alerta, lembrando-se da sensação do último episódio.
Muitos dos que sofrem com essas condições são também suscetíveis a “gatilhos”, o que significa que são mais propensos a sofrerem um ataque diante de certas circunstâncias ou locais. De fato, muitas pessoas com histórico de pânico costumam evitar voltar a lugares onde em certa altura tiveram algum episódio.
Não somente relacionado a lugares, pessoas com ataques frequentes passam a evitar situações sociais, faltar ao trabalho ou mesmo pedir demissão para fugir de novas “recaídas”. No pior dos casos, pessoas que não conseguem controlar a frequente ou intensidade dos ataques podem ter que lidar com severos graus de depressão ou pensamentos suicidas.
Aqueles que convivem com a doença de forma regular podem ser eventualmente diagnosticados com síndrome do pânico. Depois de obterem o diagnóstico, médicos podem prescrever diversos tratamentos designados a reduzir o número e a intensidade dos ataques. Dentre os tratamentos mais comuns está a psicoterapia aliada ao uso de medicamentos como benzodiazepínicos.
Infelizmente, mesmo seguindo o tratamento prescrito durante muito tempo, pessoas continuam sofrendo com os ataques. Em adição, alguns medicamentos utilizados para o tratamento do pânico podem desencadear efeitos colaterais em determinados indivíduos. E é por isso que muitos profissionais da medicina tradicional e alternativa unem seus tratamentos de forma a obter melhores resultados, com menores efeitos adversos.

QUAIS AS VANTAGENS DO REIKI PARA TRATAR ATAQUES DE PÂNICO?

Reiki e ataques de pânico
Tratamento natural originado no Japão, o Reiki atua de diversas formas na redução dos episódios de pânico, bem como em uma infinidade de doenças de espectro físico, mental e emocional.
A ideia por trás desse método em questões como o pânico, por exemplo, é apontar que essa condição consiste nada menos que em uma perturbação na energia do indivíduo. Ao longo de uma sessão de Reiki, o objetivo do terapeuta é restaurar o fluxo normal energético espiritual do paciente na esperança de reduzir a frequência dos ataques e/ou limitar a gravidade do pânico quando este ocorre.
É importante lembrar que o Reiki não é um substituto para tratamentos da medicina tradicional. Entretanto, estudos e relatórios indicam que participar de sessões regulares de Reiki pode ser útil para pessoas que sofrem com ataques de pânico. Além disso, temos a vantagem de o Reiki não ser uma terapia invasiva nem mesmo administrada por meio de medicamentos; ele pode ser utilizado em conjunto com todos os demais tratamentos médicos convencionais para ataques, transtornos ou síndromes.

COMO O REIKI ATUA NA REDUÇÃO DO PÂNICO?

Utilizar o Reiki em finalidades emocionais pode promover diversos benefícios capazes de ajudar indivíduos que sofrem com ataques de pânico. Alguns desses alívios e resoluções podem incluir resultados como:

REIKI E ATAQUES DE PÂNICO: REDUZINDO OS NÍVEIS DE ESTRESSE

Estudos demonstraram que pessoas que participaram de sessões de Reiki de forma regular reportaram menores níveis de estresse em comparação àqueles que não as frequentaram. Devido ao fato de níveis elevados de estresse serem gatilhos para aumentar o risco de ataques de pânico, reduzir a incidência desse sentimento pode também prevenir novos episódios dos ataques.
Um indivíduo estressado tende a sofrer ataques ainda mais intensos do que se estivesse calmo e equilibrado em suas emoções.

REIKI E ATAQUES DE PÂNICO: RESTAURA SENTIMENTOS DE CONTROLE

Uma das questões que leva a um ataque de pânico é o sentimento de que o indivíduo não possui controle sobre sua própria vida. Ao participar de sessões de Reiki, é possível recuperar algum senso de controle sobre seu destino, o que permite reduzir o risco de futuros ataques.

REIKI E ATAQUES DE PÂNICO: CONECTA A OUTROS INDIVÍDUOS

Doenças como o pânico podem fazer os indivíduos se sentirem isolados e solitários. Esses sentimentos servem apenas para piorar os efeitos dessa enfermidade e aumentar a frequência e intensidade dos ataques. Durante uma sessão de Reiki, tanto o praticante quanto o cliente passam juntos a estabelecer um trabalho profissional e solidário. Essa conexão entre ambos ajuda a lembrar o indivíduo de que não está sozinho.

REIKI E ATAQUES DE PÂNICO: MELHORA HABILIDADES DE ENFRENTAMENTO

Durante as sessões de Reiki, o cliente concentra suas energias no relaxamento e na cura. À medida em que as sessões continuam, torna-se mais fácil manter esse foco. Sendo assim, o paciente pode então começar a utilizar essa habilidade para se acalmar sempre que um ataque estiver prestes a começar.

COMO MEDITAR COM OS CRISTAIS



– Procure um lugar calmo e tranquilo, onde não será perturbado;
– Se for de seu agrado, coloque uma música de sons da natureza, a que melhor lhe servir;
– Sente-se, de preferência no chão em cima de uma almofada ou em uma cadeira se o chão for incômodo demais;
– Se optar por sentar no chão, cruze as pernas como “pernas de índio” ou posturas mais avançadas como a postura de Lótus ou Semi-Lótus;
– Pegue o cristal escolhido e segure-o, de preferência em sua mão esquerda. Sem regras, ok? Isso é apenas uma sugestão;
– Feche seus olhos e faça algumas respirações profundas, inspirando pelo nariz e soltando pela boca;
– Após as respirações, comece a imaginar que o cristal que está em suas mãos vai aumentando de tamanho vagarosamente até ficar de um tamanho maior que o seu corpo. Você ficará “dentro” do cristal;
– Mantenha essa visualização por algum tempo, 2 a 3 minutos, está ótimo;
– Depois de fazer essa visualização, você poderá desfazer essa imagem mental;
– Agora, sem imaginar mais nada, apenas relaxe a mente e vá “carinhosamente” deixando todos os pensamentos irem embora e vá percebendo as sensações do corpo, insights e intuições. Não é necessário sentir nada, aliás, o ideal é termos o mínimo de “informações” possíveis, porém esse processo de ir se percebendo faz parte da meditação;
– Se mantenha com a mente “quieta” ou “quase quieta”, pois é muito difícil aquietá-la no começo, pelo tempo que desejar;
– Sugiro apenas 5 minutos por dia no começo da prática, depois vá aumentando 5 minutos a cada nova semana. Acredito que 1 hora por dia é a meta ideal. (Com ou sem cristais);
– Quanto à periodicidade semanal, acredito que três vezes por semana é o mínimo, sendo a meta meditarmos todos os dias.

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